Terça-feira, 17 de Maio de 2011

 

É assim que Dominique Strauss-Kahn é considerado pelo menos pela responsável do FMI em Espanha: «Insisto: os delitos são de uma gravidade extraordinária e  solidariedade - a minha, em particular - está em primeiro lugar com a mulher que sofreu a agressão, se efectivamente assim foi»

 

Conclusões:

 

1. Ou foi a exaltação mediática que acabou por precipitar esta afirmação, ou a pessoa em questão conhece bem Strauss-Kahn e sabe do que é ou não capaz.

 

2. Não existe nem meritocracia nem justiça na Europa. Tudo leva a crer que a subida de Strauss-Kahn na vida profissional não terá sido premiada pelo mérito, mas por via de outras formas de avaliação de capacidades.

 

À boca pequena, lá se vão fazendo perguntas pertinentes: Alguém acredita que se isto se tivesse passado na Europa, Strauss-Kahn estaria atrás das grades? O universo "bunga-bunga" na Europa está cada vez mais a descoberto, desta vez graças a um país onde a justiça funciona. Umas vezes melhor outras pior. Mas funciona!



publicado por Marco Moreira às 13:16
 
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