Quarta-feira, 06 de Abril de 2011

Falso, trapaceiro, impostor, fingidor, fabulista, fantasista, ardiloso, embusteiro, enganador, farsante, aparente, ilusório, mendaz... enfim: Men-ti-ro-so. Se dúvidas restassem aqui ficam alguns dos adjectivos que me ocorrem para classificar o demissionário. A revelação da efectivação (oficial) do pedido de ajuda externa é só um dos episódios que fazem dele todos os adjectivos mencionados. 

 

Ora, custa a crer que existem (pelo menos) cerca de 30% de portugueses votantes que vão continuar a querer este indivíduo a guiar os destinos do país. Mas eles existem. As "desculpas" são sempre hilariantes, como não podiam deixar de ser, mas pior que isso é a justificação habitual de que são todos iguais.

 

Não são! Ninguém na política portuguesa tem tão ténue relação com a verdade como este indivíduo. 

 

Não peçam para acreditar que o pedido foi feito hoje, sem contactos anteriores. Que a possibilidade da ajuda externa não tivesse sido equacionada por ele senão agora. Simplesmente é impossível crer que o mais debilitado ser pensante possa acreditar numa coisa dessas. Por isso, desculpem qualquer coisinha, mas quem votar PS nas próximas eleições não merece o meu respeito.



publicado por Marco Moreira às 23:04
 
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