
Pedro Arroja provavelmente acha que é um bom cristão. O problema prende-se tão somente no facto do seu Messias e Senhor partilhar da fé e consanguinidade daqueles que Pedro Arroja tanto odeia e despreza.
Só o odio a si próprio explica o ódio pelo seu Criador e respectiva Criação. É uma espécie de ciclo pseudo-redentor por si criado que prefere privilegiar o flagelo no seu próximo que insistir na constante e tão custosa busca pela perfeição. «Se só Deus pode perfeito, para quê almejar o impossível?», parece perguntar o mafarrico disfarçado de nazareno engravatado a cada vez que o seu satã pessoal abandona o folclore e invade a realidade.
A blogosfera e o planeta ficam mais pesados com ele, mas... fazer o quê?
* interpretação de Pedro Arroja da passagem bíblica Lv. 19:18
